12/10/2016

13/08/2016

SERAFINS, MODELO DA ADORAÇÃO


Texto Base - Isaías 6,1-8
1 No ano em que faleceu o rei Uziáhu, Uzias, eu vi o Eterno sentado sobre um trono alto e exaltado. A aba do seu manto preenchia todo o templo. 2 Em torno dele posicionavam-se serafins. Cada um deles tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés e com duas voavam. 3 E, ao mesmo tempo, clamavam uns aos outros: “Santo, santo, santo, é Yahweh dos Exércitos, eis que toda a terra está plena da glória do SENHOR!” 4 Ao som das suas vozes os batentes das portas tremeram e o templo ficou repleto de fumaça. 5 Então bradei eu: “Ai de mim, não tenho salvação! Porquanto sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos contemplaram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!” 6 Imediatamente um dos serafins voou até onde eu estava trazendo uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz. 7 Com ela tocou a minha boca e declarou-me: “Vê, isto tocou os teus lábios, a tua culpa será removida e o teu pecado está perdoado.” 8 Em seguida ouvi a voz do Eterno que chamava: “Quem hei de enviar? Quem irá por nós?” Ao que prontamente respondi: “Eis-me aqui, envia-me a mim!” 
Introdução
O reino de Judá desfrutava de prosperidade política e econômica nos dias do rei Uzias (2 Cr 26. 9-1). Em contra partida, pode-se perceber a decadência moral e espiritual de Judá no relato da parábola da vinha registrado no capitulo cindo do livro de Isaías. Dez anos antes de morrer, Uzias foi acometido pela doença da lepra, enviada da parte de Deus como Juízo por sua prepotência e arrogância em respeito à adoração (2 Cr 26.19). O rei foi confinado e substituído por Jotão. 
A adoração sempre foi de extrema importância diante do Eterno Deus. O Senhor rejeita a adoração que não observa Seus princípios e pune aqueles que deliberadamente os violam, como no caso de Nadabe e Abiú (Lv 10. 1,2).
I - A Experiência Pessoal de Isaías 
Isaías se encontrava no templo de Salomão em Jerusalém por ocasião de sua chamada ministerial. A nação estava em crise, o rei leproso morrera, seu filho assume definitivamente o reino de Judá. Era mais um dia comum de adoração para Isaías, os mesmos rituais, a mesma oração, o mesmo louvor, o mesmo sacrifício, a mesma oferta. Deus então decide revelar a Isaías o poder real da adoração e seus princípios básicos ao lhe mostrar na sala de Seu trono a presença de seres angelicais chamados “serafins”. Deus sempre quis trazer para a terra aquilo que já existe no céu. Exemplos: O Edem celeste e o Edem terreno, O tabernáculo celeste e o tabernáculo de Moisés, o monte Sião no Céu e o monte Sião em Jerusalém, a Jerusalém celestial e a Jerusalém, eterna capital espiritual de Israel, Deus ofereceu o cordeiro antes da fundação do mundo e depois sacrificou animais no Edem, Jesus ensinou: venha o reino de Deus e seja feita a vontade do Pai na terra assim como é no céu, Etc. Portanto, o padrão de adoração na terra é a adoração dos serafins no céu.
II - A Adoração do Serafins
A palavra serafim procede do hebraico שרף saraph, que significa “queimar”, “afoguear”, “incandescer”, “arder”. Vejamos o que diz o texto de Isaías 6. 1:
No ano em que faleceu o rei Uziáhu, Uzias, eu vi o Eterno sentado sobre um trono alto e exaltado. A aba do seu manto preenchia todo o templo. 2 Em torno dele posicionavam-se serafins. Cada um deles tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés e com duas voavam.
• O texto revela os serafins posicionados em torno do Trono de Deus! Esse é o primeiro ensinamento dos serafins: Isaías estava no pátio do templo, diante do altar do holocausto. O adorador precisa estar na sala do trono, no santíssimo diante do Senhor.
• A palavra serafim, como vimos, significa basicamente “aqueles que queimam, que ardem”. Este é o segundo ensinamento: o adorador precisa arder na adoração. Precisamos estar inflamados para entregar uma adoração verdadeira.
• “Cada um deles tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés e com duas voavam”. 
1. Asas cobrindo o rosto: olhos fechados, pois adoramos pela fé. Não precisamos ver o trono e sim saber que estamos na sala do trono.
2. Asas cobrindo os pés: estado total de santidade na adoração. Vida, caminho conduta santificados na adoração.
3. Asas para voar: liberdade para adorar Aquele que está assentado no trono. Mão para cima em sinal de rendição.
• E, ao mesmo tempo, clamavam uns aos outros: “Santo, santo, santo, é Yahweh dos Exércitos, eis que toda a terra está plena da glória do SENHOR!”
1. Adoração organizada: eles cantavam no mesmo tempo, no mesmo ritmo. Cantavam uns aos outros em forma de antífona. Eram dois corais em perfeita harmonia.
2. Adoração Doxológica: Não exaltavam nenhum outro anjo, nenhum homem, nenhuma criatura e sim o Todo-Poderoso Deus.
3. Adoração Teológica: Santo, Santo, Santo é o Senhor! Deus deve ser adorado em trindade, pois os três são UM.
III - O Poder da Adoração
• “Ao som das suas vozes os batentes das portas tremeram e o templo ficou repleto de fumaça”. A adoração no céu chegou na terra e abalou o templo. Então a adoração na terra precisa chegar e “abalar” o céu.
• Então bradei eu: “Ai de mim, não tenho salvação! Porquanto sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros;” - A adoração precisa constranger os pecadores. Estes precisam se render diante do poderoso louvor ao Eterno.
IV - O Resultado da Adoração
• “Imediatamente um dos serafins voou até onde eu estava trazendo uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz.” Vidas são transformadas pelo fogo do Altar.
• Com ela tocou a minha boca e declarou-me: “Vê, isto tocou os teus lábios, a tua culpa será removida e o teu pecado está perdoado.” - Pecadores são libertos pelo poder da adoração.
• Ao que prontamente respondi: “Eis-me aqui, envia-me a mim!” - Ex-pecadores reconhecerão seu chamado através do poder do louvor.
Epílogo
Enquanto houver fogo no altar e vidas inflamadas para adorarem a Deus, pecadores serão transformados!
Asp. Adelson R. Buenos
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03/06/2016

A TEOLOGIA DA PALAVRA VASO

A Teologia da Palavra Vaso
η θεολογία του σκάφους (Σκεύος) λέξη

GREGO
Vaso de alabastro. Σκεύος αλαβαστρον - skefos alavastron. Um pequeno jarro, botija ou frasco. A expressão “quebrando o vaso de alabastro”, registrada em Mc 14:3, não trata-se da louça quebrada, e sim a expressão era usada para indicar a quebra do selo desse pequeno jarro.
Vaso. Σκεύος - skefos. Etimologia básica: “Um bem doméstico”. Obs.: É assim que Deus vê Seus filhos: “BENS NA FAMÍLIA DIVINA TERRESTRE”.
HEBRAICO
O termo hebraico para a palavra vaso é kelî.
Entretanto, a palavra kelî é também empregada para identificar “vasilha, recipiente, vestes, utensílio, ferramenta, instrumento, ornamento ou jóias, armadura ou arma, órgão sexual masculino”...
Em Isaías 18:2 a palavra kelî aparece para identificar navios.
Em Dt 22:5 a palavra kelî identifica vestes.
Então, como explicar, por exemplo, a palavra vaso nas bíblias de língua latina, onde aparece a expressão “....Enche o teu vaso de azeite e vem” (????). 1 Samuel 16:1e.
Usaria YHWH o termo kelî ????
Teria YHWH, na Sua transcendental sabedoria dito a Samuel: “....Enche o teu kelî de azeite e vem??????”
Com certeza, NÃO!!!!!
Lemos nos melhores originais hebraicos: “Enche um chifre de azeite e vem”.
CHIFRE, em hebraico, é queren.
queren era o nome que identificava o chifre de vaca e de touro.
Esse tipo de chifre de vaca ou de touro, chamado queren, era usado como vasilha para condução de líquido. Os profetas usavam o queren como vaso condutor de azeite ou óleo.
QUEREN denota força.
A força da vaca e do touro sempre residiram no queren.
No culto e nos sacrifícios a Deus, na Velha Aliança, a presença dos quatro chifres nos cantos dos altares de incenso (dentro da tenda) e holocausto (fora da tenda) indicavam a força e o poder do altar.
Hebraico:
queren shemen = “chifre de azeite (ou óleo)”.
Azeite procedente da oliveira.
Óleo procedente de Oliveira.
Etimologia: “a força e o poder da unção”.
História Bíblica procedente do Azeite da santa unção:
Êxodo 30:25-29
(25) "E disto farás o azeite da santa unção, o perfume composto segundo a obra do perfumista: este será o azeite da santa unção. (26) E com ele ungirás a tenda da congregação, e a arca do testemunho, (27) E a mesa com todos os seus utensílios, e o candelabro com os seus utensílios, e o altar do incenso. (28) E o altar do holocausto com todos os seus utensílios, e a pia com a sua base. (29) Assim santificarás estas coisas, para que sejam santíssimas; tudo o que tocar nelas será santo."
Êxodo 29:36-37
(36) "Também cada dia prepararás um novilho por sacrifício pelo pecado para as expiações, e purificarás o altar, fazendo expiação sobre ele; e o ungirás para santificá-lo. (37) Sete dias farás expiação pelo altar, e o santificarás; e o altar será santíssimo; tudo o que tocar o altar será santo."
Os objetos ungidos se tornavam santos, santificados, e também santificadores, pois, tudo o que neles tocasse se tornaria também santo.
queren shemen = “chifre de azeite (ou óleo)”.
O queren com shemen era santo.
O shemen também era santo.
O profeta (do hebraico nabî) também era santo.
Na Nova Aliança o shemen é o Espírito Santo. Ele manifesta-Se como óleo ou azeite da santa unção.
O queren: A presença do Espírito Santo hoje, na Igreja, é resultado imediato do imenso poder de Deus que ressuscitou Seu próprio Filho, reconduzindo-O ao Céu e, como conseqüência, ou seja, como resultado de Sua chegada ao Céu, o Espírito Santo foi enviado do Céu à terra para conviver com a Igreja.
A IGREJA é o abrigo do Espírito Santo.
O ESPÍRITO SANTO está na Igreja.
A Igreja de Jesus é queren shemen.
Qualquer unção que não tenha 100% vínculo com a Igreja do Senhor é fraude, mentira, engano, satânico...
O verdadeiro óleo ou azeite da unção que Deus reconhece só pode ser encontrado na Igreja. Não confundamos Igreja com denominação – Não! Não confundamos A Igreja com as assembléias de Deus, Maranata, Deus é Amor, Batista.... ESTOU FALANDO: IGREJA!!!! O Espírito de Deus está no Corpo Místico de Jesus e não dentro de quatro paredes. Nunca!
PASTORES!!!!
Unjam, mas na presença da Igreja. A Igreja precisa dizer: AMÉM!!
Convenções, unjam, mas na presença da Igreja.
Fora do óleo (O Espírito Santo) da Igreja a unção não vale.
SIMULTANEAMENTE, o Espírito Santo, ao mesmo tempo em que manifesta-Se como azeite ou óleo da santa unção, Ele é o divino nabî de YHWH na Nova Aliança. O que significa dizer: A Igreja precisa estar nas mãos do Espírito Santo. Aleluia!
REPITO: Os objetos ungidos se tornavam santos, santificados, e também santificadores, pois, tudo o que neles tocasse se tornaria também santo.
“....Enche o teu queren de shemen e vem”. 1 Samuel 16:1e.
A IGREJA DESEJA UNGIR?
Então, encha-te do Espírito Santo, e não de contendas.
Onde há contendas a unção é mentirosa, enganadora, satânica.
“....Enche o teu queren de shemen e vem”.
No hebraico, o verbo encher é millô.
Etimologia: Tornar abarrotado, empanturrado, empanzinado e satisfeito.
Cheios do Espírito para ungir.
Conheces Igrejas locais vazias ou cheias para ungir?
A sua unção veio de uma Igreja vazia ou cheia do Espírito para ungir?
A sua unção veio de uma convenção vazia ou cheia do Espírito para ungir?
De que tipo de Igreja procede a unção que tens ou que julgas possuir????

Estudos do Pr Joel Machado - Instituto Bíblico de Teologia Cristã Enom - Excelência em Teologia! 
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19/04/2016

A FESTA DOS TABERNÁCULOS - SUCOT

Lv 23:34-36

Nessa Festa, A Festa de Sucot, os judeus relembram o período do deserto, a caminho de Canaã, quando dormiam em tendas. Durante os SETE dias da festa os judeus praticantes comem suas refeições em cabanas que constroem nos pátios, terraços ou varandas de suas casas. Em seu aspecto agrícola, é a festa do fim da colheita, quando a safra está guardada nos celeiros, aguardando o inverno. São símbolos da festa quatro espécies vegetais:
etrog [fruto cítrico doce e aromático].
lulav [palma].
hadas [murta]
aravá [salgueiro].
Ao final de Sucot os judeus comemoram o fim do ciclo anual e o reinício de novo ciclo de leitura da Torá, com a festa de Simchat Torah [alegria da Tora]. Na sinagoga, a Torá é ornada com seus mais belos paramentos, e a congregação dança com a Torá.

NOTA: Esta festa hebraica mostra-nos diversos ensinamentos.

Ensinamento 1
Durante sete dias consecutivos o povo hebreu deixava suas casas, passando a residir temporariamente em cabanas no deserto, numa alusão à primeira morada de seus antepassados após a libertação do Egito [Lv 23 42-43]. O FATO, para a geração de hebreus que tomou o país de Canaã, gerava sempre uma nova experiência a esse povo que, logicamente, não conhecera esse lado residencial de seus antepassados.

O CRENTE da Nova Aliança precisa buscar uma nova experiência espiritual residencial prática no universo do Evangelho de Jesus. Isto é, abandonar a casa carnal e habitar não temporariamente, mas eternamente no Corpo de Cristo, a Igreja no aspecto invisível. PRECISAMOS MUDAR DE HÁBITO.

Ensinamento 2
A Festa dos Tabernáculos aponta para os grandes e infindos momentos de glória da Igreja logo após o arrebatamento:

PRIMEIRO: Logo após deixar a terra, literalmente transformados, os santos encontrar-se-ão com Jesus nas nuvens celestiais. 1ª Grande Festa.
SEGUNDO: Logo após o encontro com Cristo nas nuvens celestiais, a Igreja será conduzida à Sala do Tribunal de Cristo para recebimento de galardões. 2ª Grande Festa.
TERCEIRO:: Logo após deixar a Sala do Tribunal de Cristo, a Igreja será conduzida pelo Senhor à Sala do Trono de Deus onde não somente será literalmente justificada, mas também receberá honras especiais ao lado do Senhor. 3ª Grande Festa.
QUARTO: Logo após deixar a Sala do Trono de Deus a Igreja será conduzida às Bodas do Cordeiro, onde permanecerá em clima festivo durante os sete anos da Grande Tribulação na terra. 4ª Grande Festa.
QUINTO: Após as Bodas do Cordeiro a Igreja gozará as delícias do Milênio na Jerusalém Celestial. 5ª Grande Festa.
SEXTO: A Igreja, o povo judeu e gentios salvos, procedentes do Milênio, penetrarão na eternidade futura com Deus, Jesus, O Espírito Santo, os Anjos.... 6ª Grande Festa. Definitivamente mudaremos de residência. Aleluia!

Pr Joel Machado
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O ANEL NO DEDO DO FILHO PRÓDIGO

Lc 16:22.
Por que um anel no dedo?
Porque as famílias nobres carregavam um anel de filiação, era a marca, o brasão da família e onde quer que a pessoa estivesse ela era respeitada com base no anel da família.
O filho outrora perdido, agora retornando pra sua casa, chegou sem o anel no dedo. Por quê?
Onde e como perdera o anel? Vendera? Penhorou na hora da dificuldade? NOS MOMENTOS DIFÍCEIS costumamos perder nossos melhores valores patrimoniais, morais.... SIM! Fazemos negócios com o Diabo, com os demônios, com a mentira, com o engano....

Mas.... o pai não tratou o filho como empregado. Não!!!!
Colocou-lhe um outro anel no dedo: Ele é meu filho! Estou devolvendo-lhe a filiação....a autoridade.
Gr. Δακτύλιος = Daktýlios - anel.
Hb. Tabaat.
ANEL (na comunidade hebréia): Símbolo de riqueza.
O ANEL no dedo do filho pródigo: Símbolo da devolução da autoridade e da posição familiar perdida.
Pr Joel Machado
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29/03/2016

Mulher passeando encontrou uma moeda de ouro extremamente rara, cerca de 2000 anos

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O Tesouro do Estado disse que ela vai receber um certificado da Autoridade de Antiguidades por boa cidadania, aparentemente, atualmente é conhecida algumas uma dessas moedas no mundo inteiro.
O famoso Museu Britânico possui uma moeda de ouro antiga, aparentemente, a único no mundo, com a imagem do imperador Augusto cunhada por Trajano.
A moeda, do ano de 107 DC, estas moedas foram cunhadas em uma série nostálgica dedicado imperador romano Trajano antes dele.
A descoberta acidental surpreendente foi feira por uma membro do Kibbutz Kfar Blum, que estava andando com os amigos na natureza, mostrando aos “irmãos” da mesma moeda rara.
Durante uma viagem para o estudo na Galiléia recentemente, um grupo de viajantes veteranos, com Lori, uma veterana. Lori repente notou um objeto brilhante na grama. Quando ela o pegou ela percebeu que era uma moeda de ouro antiga. O Diretório Municipal dos penhasco de Kovacs contactou a Autoridade de Antiguidades de Israel com o Dr. Moti Avi’am, um arqueólogo e guia turístico veterano, e dentro de duas horas, ele entrou trouxe a Autoridade de Antiguidades de Israel para o grupo de turismo, Laurie deu-lhe o objeto raro, e admitiu: “. Eu achei que era difícil dizer adeus moeda. Afinal, não é todo dia que encontramos uma coisa tão incrível, mas eu espero que eu possa vê-lo exibido em um museu no futuro próximo. ”
Nir Distlfld, que supervisiona a unidade para impedir o roubo da AAI, observou: “Isso é muito impressionante e muito surpreendente, Lori demonstrou comportamento cívico exemplar, fornecendo a moeda preciosa para o AAI. Não é fácil, especialmente quando se trata de moeda de ouro espetacular, mas estou feliz por causa da compreensão de que as antiguidades pertencem ao país… ao público.
Eu acredito que em breve, graças a Lori, o público poderá aproveitar a moeda rara que foi encontrada. é importante saber, que quando você encontrar artefatos, é importante chamar os representantes da Autoridade de Antiguidades de Israel em tempo real, para podermos perceber a informação arqueológica do local “. Em breve Lori será premiada com um certificado de apreciação da Autoridade de Antiguidades por boa cidadania, e o grupo de viajantes que serão convidados a visitar os armazéns dos tesouros nacionais.
De acordo com Dr. Danny Syon, um pesquisador de moedas sênior da AAI, “Esta é uma moeda rara em uma escala global, cunhadas em Roma, em 107 DC, de um lado pode-se ver os símbolos das legiões romanas ao lado do nome do governante Trajano, e, por outro, em vez de um retrato do imperador Trajano, como foi o caso em geral, é exibido o retrato do Imperador “divino Augustus.” Esta moeda é parte de uma série produzida com imagens dos imperadores anteriores por Trajano, como um tributo a eles. ”
Avaliação de Dr. Donald T. Ariel, chefe da moeda AAI, a moeda pode ​​indicar a presença do exército romano na área cerca de 2.000 anos atrás – talvez contra a rebelião dirigida por Bar Kochba na última revolta judaica – mas é muito difícil de fazer essa determinação com base na moeda única. As fontes históricas dizem que alguns soldados do período romano foram pagos uma vez por trimestre, com 3 moedas de ouro por pagamento. Estas eram equivalentes a 75 moedas de prata. Devido ao alto valor monetário das moedas, os soldados tiveram dificuldade para fazer compras no mercado: Muitos dos negociantes se recusavam a recebe-las. “Dr. Ariel acrescentou que “enquanto as moedas de prata e bronze de Trajano são comuns no país, as moedas de ouro de Trajano eram extremamente raras até agora, apenas outras duas moedas de ouro do imperador foram registradas pelo Tesouro do Estado, uma foi achada em Givat Shaul, perto de Jerusalém, e a segunda é de Kiryat Gat no sul de Israel – e os detalhes de ambos são diferentes daquela mais rara encontrada por Lori “.
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24/03/2016

O GOVERNO DA GRANDE TRIBULAÇÃO




O Dragão

TEXTO BASE
Apocalipse 12.3
Viu-se também outro sinal no céu: eis um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas;

INTRODUÇÃO
Hoje, no período que teologicamente chamamos de dispensação da graça de Deus, adoramos o Deus Trino, nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo, porém, na grande tribulação, um novo tempo se instaurará na terra. Os homens irão adorar a cópia fajuta da Trindade. Uma tríade, um trio diabólico que irá governar a terra na grande tribulação: o Dragão, o Anticristo e o Falso profeta. Nesta lição estudaremos a pessoa do Dragão que será o grande líder espiritual da grande tribulação. Satanás na expressão Dragão está furioso e tem muita pressa, porque seu tempo é muito curto (Ap 12.12).
I – IDENTIFICANDO O DRAGÃO
A palavra Dragão, do original grego drákon, significa grande serpente.
Os textos de apocalipse 12.3 e 12.9 nos dão algumas características do Dragão. Quem ele é?
a. O Grande Dragão – Expressão usada para identificar o poder desse ser sobrenatural.
b. Dragão Vermelho – O vermelho é a cor do pecado, do fogo e da violência e da ira, qualidades que são possuídas por Satanás.
c. Sete cabeças – Grande astúcia para pensar, elaborar planos malignos.
d. Sete Coroas – Grande autoridade para governar.
e. Dez chifres – Grande poder sobre as nações da terra.
f. A antiga serpente – o mesmo réptil astuto do capítulo três de Gênesis.
Vejamos algumas características de uma serpente:
1. Sangue frio – Satanás é paciente e não tem misericórdia de sua presas.
2. Troca de pele – Satanás é mestre em ilusionismo, ele e seus demônios, se transfiguram inclusive em anjos de luz (2 Co 11.14).
3. Pálpebras transparentes – Satanás não pisca. Está sempre atento para tragar aqueles que estão vacilantes.
4. Carnívora – Satanás é um grande predador.
5. Sente o cheiro pela língua – Quando se dialoga com Satanás, ele sente o cheiro de carnalidade.
5. Peçonha – Satanás é extremamente venenoso.
g. Diabo – do grego diávolos, significando caluniador, acusador e difamador (Jó 1.11; Zc 3.1; Ap 12.10).
h. Satanás – do hebraico Satan, que significa adversário (alguém que se opõe a outro em propósito ou ação (1 Cr 21.1; 1 Ts 2.18).

II – O SÁDICO PLANO DO DRAGÃO
Satanás possui planos eficazes para levar à ruína o ser humano, por isso não podemos ignorar seus ardis (2 Co 2.11).
A. Uma aliança com Israel – Dentro do cenário mundial, Satanás fará uma aliança de sete anos com a nação de Israel. Satanás, através de seu maior representante na terra, o Anticristo, será recebido como o Messias pelos judeus, provavelmente por sua promessa de reedificar o grande templo na pedra de Moriá. Porém após três anos e meio, essa aliança será desfeita e os sacrifícios no então edificado templo serão banidos e ele exigirá para si adoração (Dn 9.27; 2 Ts 2.4).
B. Unificação monetária – o 666 será a moeda única na grande tribulação. Um novo sistema de crédito mundial será estabelecido na terra e o grande mentor deste sistema será o Anticristo e a administração ficará por conta do Falso-profeta . Aqueles que não aceitarem o super-crédito 666 não poderão ter acesso nem mesmo à elementos básicos como comida e bebida e serão considerados como inimigos do governo, sendo assim elimidados de uma vez por todas (Ap 13. 16-18).
C. Ecumenismo universal – No campo religioso, um grande líder se incumbirá de unificar as religiões do mundo. Judeus, muçulmanos, falsos cristãos, espíritas, todos adorarão apenas a imagem do Anticristo. O Falso-profeta os convencerá através de milagres mentirosos. A grande tribulação será um covil de feiticeiros (Ap 13. 11-15)!

III – O FIM DO DRAGÃO E SUA GANGUE
A. O Anticristo e o Falso-profeta serão lançados ainda vivos no lago de fogo e enxofre (Ap 19.20).
Após a manifestação de Cristo glorificado no fim da batalha de Armagedom, a dupla infernal será derrotada de uma única vez. Ambos serão lançados no lago de fogo. Irão de mãos dadas para o juízo eterno no fogo.
B. O Dragão será aprisionado no abismo, por um período de mil anos (Ap 20.1-3).
Logo após o exílio eterno da dupla satânica no lago de fogo, um anjo desce do céu portando um par de algemas e a chave do abismo. Satanás estará algemado e trancafiado durante todo o Reino Milenar de Cristo na terra.
C. No fim do Milênio, Satanás será solto e novamente será derrotado pelo Rei de Jerusalém (Ap 20. 7,8).
D. O destino final de Satanás: Como havia prometido, o Deus de Paz (Is 9.6) esmagará de uma vez por todas a Satanás (Rm 16.20). O Dragão enfim se encontrará com seus comparsas no Lago de Fogo e Enxofre. Após uma frustrada tentava de tomar Jerusalém das mãos do Senhor Jesus, Satanás será outra vez mais humilhado e derrotado para nunca mais se levantar (Ap 20.10).

CONCLUSÃO
Satanás, o inimigo de Deus e de Seus filhos, terá o pleno governo da terra nos sete anos da grande tribulação. Ele será o grande mentor espiritual que estará por detrás das mentes malignas do Anticristo e
do Falso-profeta. O mundo afastado de Deus lhe renderá culto. O Diabo levará muitos com ele para seu destino final. Porém, a Palavra de Deus é clara: Satanás será derrotado, envergonhado, humilhado e de uma vez por todas banido dos domínios de Deus e dos homens. Nunca mais se ouvirá falar em tentação, engano, mentira, acusação ou oposição. O Dragão será lançado para sempre no Lago que arde com fogo e enxofre. Graças a Deus!

Adelson R. Buenos
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04/02/2016

OS TRÊS GRANDES PILARES DO CULTO A DEUS




TEXTO BASE 

João 12:1-3
1. Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.
2. Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
3. Então Maria, tomando um arrátel de unguento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou -lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento.

INTRODUÇÃO
Deus é e sempre será extremamente organizado! Na casa de Lázaro e suas irmãs vemos o modelo de culto que agrada o Eterno. Vejamos:

I – SERVIÇO – “...e Marta servia...” Jo 12. 2a
A. Há muito trabalho a ser feito, porém poucos se disponibilizam – Mt 9. 37, 38
B. Somos exortados a demonstrar firmeza e Constancia na obra de Deus – 1 Co 15. 58

II – COMUNHÃO – “...Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele...” Jo 12. 2b
A palavra “comunhão” procede do termo grego Kinonia e significa:
1) fraternidade, associação, comunidade, comunhão, participação conjunta, relação
1a) a parte que alguém tem em algo, participação
1b) relação, comunhão, intimidade
A. Mesa é lugar de comunhão – Lc 22. 14
B. Comunhão é a certeza de que andamos na luz e que fomos perdoados – I Jo 1.7

III – ADORAÇÃO – “... Maria... ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos...” Jo 12. 3
A. Deus deseja ser Adorado – Dt 6. 4, 5
B. A adoração quebra as cadeias – At 16. 25, 26
C. A adoração rompe fronteiras – Mt 2.1, 2 ; 11

Epílogo
Sempre que houver adoração, comunhão e serviço, certamente estaremos no centro da vontade de Deus!
Pb Adelson
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30/01/2016

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